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TESE

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CAPES



ALEXANDRE GIOVANI DA COSTA SCHIAVONI. A institucionalização da loucura no Rio Grande do Sul: o Hospício São Pedro e a Faculdade de Medicina.Porto Alegre - SC. 01/12/1997.



2v. 150p. Mestrado. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - HISTORIA.
Orientadores: SUSANA BLEIL DE SOUZA;LUIZA HELENA SCHMITZ KLIEMANN.
Biblioteca Depositária: Biblioteca Setorial de Ciências Sociais e Humanidades/BSCSH.









Email do autor:




Palavras- chave:


loucura, hospício, Rio Grande do Sul






Áreas do conhecimento:

HISTÓRIA REGIONAL DO BRASIL



Banca examinadora:

HELGA IRACEMA LANDGRAF PICCOLO

SUSANA BLEIL DE SOUZA

SANDRA JATAHY PESAVENTO

MARIA ASSUNTA CAMPILONGO



Linha(s) de pesquisa:

SISTEMAS SIMBÓLICOS, REPRESENTAÇÕES E PRÁTICAS ENFATIZA AS MÚLTIPLAS REPRESENT.COLETIVAS QUE IMPLICAM A CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO SOCIAL; AS VARIADAS FORMAS DE PROD. E DIFUSÃO DA CULTURA; (Ver continuação em "Informações Complementares".





Agência financiadora do discente autor tese/dissertação:

CNPq



Idioma(s):
Português



Dependência Administrativa: Federal




Resumo da tese/dissertação:
Esta dissertação trata da institucionalização da loucura no Rio Grande do Sul no período compreendido entre 1880 e 1920. Trata também, e por isso, dos modos, dos discursos e práticas que se conjugaram na construção desse objeto da psiquiatria que é o louco e sua doença, a loucura. Busca fundamentalmente no nascimento e na trama dos objetivos e funções de duas instituições - a Faculdade de Medicina de Porto Alegre e o Hospício São Pedro - as relações de poder que o saber psiquiátrico coloca em jogo na sua constituição. Há uma certa complementariedade entre as várias instituições médicas. Se o Hospício foi quem primeiro responsabilizou-se pela seqüestração dos loucos no espaço social, caberá posteriormente à Faculdade de Medicina elaborar outras formas de aprisionamento da insanidade. As novas formas discursivas que a medicina pensa e executa a partir da academia, são muito poderosas, porque mais sutis, mais imperceptíveis, porque criam necessidades, porque interpelam e forjam novos sujeitos.

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