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TESE

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CAPES



ANA CRISTINA COSTA FIGUEIREDO. Vastas confusões e atendimentos imperfeitos - a clínica psicanalítica no ambulatório pública.Rio de Janeiro - RJ. 01/04/1996.



1v. 239p. Doutorado. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - SAÚDE COLETIVA.
Orientadores: Jurandir Sebastião Freire Costa.
Biblioteca Depositária: Biblioteca Setorial C - Centro Biomédico UERJ.




Link para Currículo Lattes




Email do autor:


lourenço@uerj.br

Palavras- chave:


Clínica Psicanalítica. Ambulatório de Psicanálise.






Áreas do conhecimento:

PSIQUIATRIA

SAÚDE COLETIVA

MEDICINA PREVENTIVA



Banca examinadora:

Jurandir Sebastião Freire Costa

Jõao Ferreira da Silva Filho

Sérgio Levcovitz

Regina Duarte Benevides Barros

Octávio Almeida de Souza



Linha(s) de pesquisa:

Subjetividade e Cultura Estudo da história das práticas e discursos psiquiátricos, das relações entre indivíduo e cultura dos modelos de construção da subjetividade e das relações entre psicánalise e cultura.





Agência financiadora do discente autor tese/dissertação:

CAPES - Outros



Idioma(s):
Português



Dependência Administrativa: Estadual




Resumo da tese/dissertação:
Este trabalho propõe definir as condições mínimas para o exercício da clínica psicanalítica nos ambulatórios da rede pública de saúde para fundamentar esta proposta, foi desenvolvida um pesquisa em três etapas junto a profissionais que atuam na rede pública do Rio de Janeiro. A primeira etapa se deu através da obtenção de material clínico de casos supervisionados e de sessões clínicas no Instituto de Psiquiatria da Unviersidade Federal do Rio de Janeiro. A segunda, se deu através de um grupo de trabalho com psicanalistas vinculados à rede pública de saúde. A terceira, constou de entrevistas gravadas com psicanalistas, psicólogos e psiquiatras da rede pública. O material obtido foi utilizado como exemplificação de situações clínicas pelo recurso à citação com a finalidade de discutir as diferenças entre os dispositivos de tratamento, o trabalho em equipe e as questões próprias à clínica psicanalítica no ambulatório e no consultório. O primeiro capítulo apresenta as diferentes correntes da psicanálise e propõe uma redescrição da psicanálise a partir de referências aos métodos neo-pragmático e desconstrutivo. O segundo capítulo percorre as diferentes modalidades do atendimento ambulatorial localizando os agentes e os discursos que favorecem ou dificultam o trabalho psicanalítico. O terceiro capítulo apresenta as condições mínimas para identificar a psicanálise em sua diferença com relação às demais psicoterapias, e é traçado o perfil do psicanalista que convém para tornar a psicanálise possível no ambulatório público, este mundo de vastas confusões e atendimentos imperfeitos.

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