|
Saúde Mental, Serviços substitutivos
Ceilândia pede Centro Psicossocial
Jornal de Brasília (DF)
> Cidade
16 de novembro de 2008
Conselheiros tutelares, funcionários do Ministério Público, servidores da área da saúde, universitários e pessoas da comunidade se juntaram na manhã de ontem, em Ceilândia, para um ato público em frente ao futuro prédio do Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS). O objetivo era pedir a abertura imediata da unidade de atendimento a pessoas com transtornos mentais e dependentes de álcool e drogas.
O Ministério da Saúde recomenda que as cidades com mais de 200 mil habitantes tenham pelo menos três CAPS. Ceilândia é a maior cidade do DF, com mais de 500 mil habitantes, e não possui nenhum CAPS. O prédio na EQNP 24/28 está pronto, mas segue fechado por problemas no cartório.
Segundo o diretor do Hospital Vicente de Paula (Taguatinga) e ex-gerente de Saúde Mental da Secretaria de Saúde, Ricardo Lima, há planos para construção de três centros de atendimento na cidade, mas não há previsão de abertura de nenhum deles.
|